[Diário do Carteiro] MTG Arena – Dia 5: Started from the bottom, now we’re here

Agora, com um pouco de confiança no meu carteado resolvi me aventurar de vez em partidas ranqueadas. As partidas normais são 8 ou 80 e apesar de ajudarem, a maluquice de verdade tá na ranked e sinto que é a prova de fogo que preciso.

Parei de ficar dançando entre decks e fui focado, com o deck branco e preto baseado em vida. E deu mais certo do que eu previa.

Assim, dar certo é uma questão de ponto de vista mas olhando para um contexto geral ele tem se saindo bem e estou cada vez mais me acostumando com o que ele pode fazer. Tanto que consegui subir de nível, sou um Bronze Nível 3. Não é lá essas coisas mas superar esse medo de ir contra jogadores de nível elevado, ter construído o deck sozinho e ter ganhado em situações que achava que estava tudo perdido, só melhora a sensação de vitória.

O objetivo agora é esse, afinar esse baralho e ir percebendo o que eu consigo fazer nas partidas ranqueadas. Meu problema agora é chegar em um patamar onde minhas criaturas conversam umas com as outras, dar mais espaço para sinergia acontecer.

É como se o jogo de verdade começasse nesse exato momento. Ainda tem muita coisa para aprender e fazer, a primeira delas é tentar condensar o que eu acho divertido e funcional em número determinado de cartas. Não dá para ficar adicionando uma por uma toda vez que algo novo surgir, apesar de ser extremamente tentador.

eu jogando magic

Estou começando lentamente a ir atrás de vídeos que supra essa minha necessidade de aprender mais sobre a nuances do Magic. Claro que o Arena não engloba tudo, mas não sei também até que ponto estou interessado na versão em papel.

O futuro agora é cheio de possibilidades, a cada partida eu consigo entender certas mecânicas e como posso usá-las no futuro ou me prevenir. Cada vez mais estou ficando interessado na palavra-chave ‘vigiar’ que deixa você literalmente dar uma olhada no seu deck e pode colocar uma carta ou no cemitério ou no topo.

Peguei um oponente onde cada as cartas reagiam toda vez que vigiar era ativado, o ‘Inseto-espião Dimir’ era uma delas, que dava +1/+1 para si. O deck inteiro dele era em volta dessa noção e te falar, funcionou que era uma beleza. Esse tipo de adversário é o que me quebra toda, tem cartas bem resolvidas e com uma mecânica que ainda não domino totalmente.

Ranked em jogos tem dessas, é uma luta para provar as habilidades. As partidas normais é onde ficam as maluquices e experimentações, não é levado tanto a sério. É aqui onde o joio é separado o trigo e você consegue sentir o cheiro de um jogador bem preparado de longe, logo nas primeiras rodadas é que as cartas base são jogadas para chegar no onde realmente importa.

As vezes sinto que o Magic é uma corrida para quem coloca primeiro a carta que vai dar início a engrenagem que faz o deck rodar.

A aventura só acabou de começar, estou totalmente a bordo do trem maluco do Magic Arena.

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