[Diário do Carteiro] Legends of Runeterra – Dia 5: Senhor Rito Gomes, nerfe Twisted Fate por gentileza

Se tem uma carta que tá me tirando do sério, me deixando realmente frustrado, ela se chama ‘Twisted Fate’. Se subirem ele de nível então, é o inferno na terra.

Para chegar no nível 2, o jogador precisa comprar mais de oito cartas. Chegando lá, nas primeiras três que você joga uma carta em cada rodada, uma ‘Carta do Destino’ é invocada.

O pulo gato são essas cartas do destino, são três cartas: azul, dourada e vermelha. Azul carrega uma mana e compra uma carta, a dourada que causa dois de dano, já a vermelha causa um de dano a todos inimigos e ao Nexus inimigo.

Para criar um deck realmente chato, é só continuar colocando cartas da região dele, Águas de Sentina. Assim, consegue criar sinergia com o conceito das profundezas que é quando o jogador possui 15 ou menos cartas.

É interessante, quando menos cartas tem, mais profundo você está. Se tiver por exemplo, um ‘Nautilus’ e outro monstro como ‘Devorador das Profundezas’ é sucesso mundial já que eles ganham +3/+3 se estiveram nas profundezas. Resumindo, colocar um campeão baseado em receber bônus por comprar cartas com um outro campeão que recebe bônus se tiver menos cartas no baralho é o casamento perfeito. De resto, é só salpicar feitiços e outras unidades que façam proveito da compra e da profundeza.

Como alguém que teve lidar com isso, digo que é chatíssimo. O Twisted Fate sozinho já pode dar dor de cabeça, se o jogador criar um deck com ‘Par de Ases’ e ‘Produtos Surrupiados’ por exemplo, só piora a situação.

Posso soar como um mal perdedor ou aquele jogador chato, mas tenho quase certeza de que o TF e essa mecânica ao redor dele pode ser revisada em uma próxima atualização. Isso porque desestabiliza muito rápido o oponente, 

Mas só encontrei isso na Expedição. Nos jogos normais, meu deck tem funciona por incrível que pareça. Encontrei uma carta chamada ‘Formação Aciária’ que salvou a minha pele, realmente ter construído um baralho com defesa tá saindo melhor que a encomenda.

Essa carta coloca barreira em todos aliados, quando eu a invoco e quando ataca, mas custa 9 de mana então é apenas para os momentos ali na transição do mid pro late game. Quando entra em campo, é sucesso mais do que mundial, principalmente se tiver unidades com poder de ataque elevado. Claro que o inimigo pode ter uma resposta, mas ela não dura pra sempre já que a Formação tem poder alto e sempre renova a barreira. 

O que ainda me confunde é o ‘Zed’, sempre penso que a Sombra Viva que ele invoca vai aparecer durante a defesa. Além de que o conceito do ataque rápido sempre me deixa com medo, já aconteceram momentos onde deixei de atacar por não saber se ia dar certo.

Quanto mais confiança ganho, mas elabora coisas interessantes no meu baralho. E agora que estou conseguindo a vitória em uma algumas partidas, é continuar o processo.

Li por aí que Runeterra não inova mas diverte. Não vou entrar em pormenores, no que significa inovar, mas sua simplicidade é o seu maior triunfo. É um dos jogos mais acessíveis disponíveis no mercado, isso não significa que possa ser denso e ter nuances em suas mecânicas. É isso e muito mais.

Estou totalmente surpreso com Legends Of Runeterra, do que ainda pode oferecer e mal posso esperar pelos longos anos de atualizações, expansões e novidades.

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